problemas iguais, estruturas diferentes
A cada dia mais e mais o assunto reputação tem estado presente, ora com um enfoque, ora com outro, na grande maioria das vezes com abordagens muito bem elaboradas, corretas, pertinentes.
Pela maior parte do que se lê, entretanto, fica a impressão de que esse é um território familiar apenas para os grandes conglomerados empresariais, com abundância de recursos não só para a contratação de sofisticadas assessorias de imprensa, mas especialmente manter complexas estruturas para gerir o setor – aliás esse nome, assessoria de imprensa, parece que ganhou um sentido muito restrito e foi trocado por outros títulos que conferem maior status à atividade.
Numa grande parte dos casos o foco central ou único é a administração de crises, treinamento de porta vozes, fortalecimento de resiliência e por ai vai.
Nem pensar em colocar em dúvida a necessidade desses cuidados.
Empresas médias, no entanto, muitas delas em mercados sensíveis, têm as mesmas necessidades.

Na maioria, porém, suas estruturas são bem mais enxutas. A figura do dono é quase sempre presente no dia a dia, um dono que divide seu tempo em mil atividades simultâneas – produção, finanças, marketing, vendas (claro!), recursos humanos, suas horas têm que ser muito bem administradas para dar conta de tudo. Não sobra tempo para pensar longe, faltam-lhe muitas vezes pessoas de nível para o olhar estratégico do negócio, tempo e pessoas de nível para se preocupar formalmente com coisas relacionadas à reputação da empresa.
O que não se pode discutir -imagino- é que empresas médias, familiares ou não, têm, sem tirar nem pôr, as mesmas necessidades que as grandes corporações de se preocupar com sua reputação. Apurar como sua empresa é vista e falada, o que dizem dela tanto clientes, como fornecedores, às vezes decisivos influenciadores de enorme importância, embora de nível muito mais baixo, como balconistas de lojas revendedoras, dependendo do ramo de atividade, eletricistas, encanadores, pintores, pedreiros. Em determinados casos, profissionais de relevo no mercado, e fortes influenciadores como médicos, engenheiros, professores, arquitetos, e tantos outros.
Empresas médias e grandes organizações: problemas iguais, estruturas diferentes.
Em termos bem práticos, multiplicidade de fatores que podem passar, e aqui e ali até passam, por momentos de crise, mas que antes das crises, aspectos que precisam ser conhecidos, assimilados, administrados, para intervir em pontos que necessitam de reparo, para aproveitar pontos positivos – sempre os há – de forma que se multipliquem as recomendações espontâneas, as referências positivas, capazes de refletir cada vez mais, em melhores resultados, metas de vendas atingidas e, se, Deus nos livre!, acontecer uma crise, a empresa goze daquilo que no jargão dos especialistas, é chamado de “benefício da dúvida”.
Há solução.
Uma delas é contar com ajuda externa.
Empresas médias não têm nem como nem porque montar pesadas, caras, complicadas estruturas. Uma consultoria especializada em reputação conta com profissionais com experiência em vários mercados e modelos de negócio, que têm facilidade para, primeiro, compreender a realidade da empresa e, em seguida, desenhar, caso a caso, realistas programas de trabalho.
Assim é a nossa Percepta, que fala a língua direta, clara e prática que é igual ao daquelas empresas.

Jornalista e Publicitário, sócio da Percepta, teve a felicidade de trabalhar em agências que tinham em comum a crença de que a frase “ A Propaganda é a Alma do Negócio” estava longe de ser uma verdade definitiva. Foi sócio da Lage, Stabel & Guerreiro BBDO. Foi ainda Vice-Presidente da Norton Publicidade, Sócio Fundador da Grey Direct no Brasil, Sócio Diretor da B-to-B Marketing Communication.