Tudo bem: mas como fica quem fabrica e vende motoniveladoras
“Marca preferida, mais vendas” é um dos pontos sempre lembrados quando se fala da importância de boa reputação de marcas e empresas.
Esse conceito de marca preferida remete com muita facilidade a produtos de consumo, lojas varejistas de todos os ramos, produtos ou serviços em que se busca a preferência contínua do consumidor final por uma determinada marca.
Programas de fidelidade.
Com diferentes formatos, isso acontece sabe Deus desde quando.
No tempo em que não havia supermercado, as compras eram feitas em armazéns e usava-se não cartão de crédito, mas cadernetas pagas mensalmente e na hora do pagamento o vendeiro tinha sempre um brinde para fregueses pontuais.
Isso por acaso não era programa de fidelização?
Quando database marketing começou a ser conhecido, fim dos anos 1980, tudo começou a mudar.

Um pouco antes disso, nos Estados Unidos, anos 1960 / 1990 o programa dos “green stamps” foi um sucesso impressionante – mais de 8 milhões de participantes. Nas gôndolas dos supermercados, onde estavam expostas marcas concorrentes de vários produtos, algumas participavam do programa e tinham o tal selo verde que, colecionados, eram trocados por brindes simples, mas sempre muito desejados.
O tema de uma capa da revista Business Week tornou evidente o fim dos selos verdes: “Forget the green stamps – give me a ticket to Miami”, fazia referência a programas que passavam a ser gerenciados com recursos de database marketing.
Seja como for, em pouco tempo esse tipo de “fidelização” ganhou terreno e houve uma enorme proliferação de formatos, desde o simples “Tome 9 cafés e o 10º. será por nossa conta”, até (acredite!) escritórios de advocacia dando prêmios a clientes fiéis.
Preferência contínua, entretanto, vai muito além dos programas de milhagem, tenham eles o formato que tiverem.
Qual empresa pode cometer o desplante de não lutar por compras repetidas, por preferência contínua?
O caso, por exemplo, de máquinas como tratores, empilhadeiras, caminhões articulados, compactadoras, motoniveladoras e tantas outras em que não faria sentido a premiação do “Compre 9 e a 10ª. será por nossa conta”.
Durante todo o longínquo período entre uma compra e outra de produtos assim, há revisões, manutenções, reformas, um mundo de oportunidades para incrementar (lucrativamente) a lealdade do cliente à marca e preferência contínua.
Nesses casos, mais do que a rentabilidade, a prestação do serviço de forma correta, com eficiência, o respeito com que clientes são atendidos, a presença constante de vendedores para acompanhar a vida dos produtos, tudo conta para polir a reputação da marca e criar lealdade à marca.
Reputação, não custa lembrar, é construída pela soma de inúmeros fatores.
É importante lembrar, ainda, o valor de um nome bem reputado na decisão da aquisição de bens de produção, mesmo quando há sensíveis diferenças de preços entre uma marca e outra menos conhecida, talvez até de boa qualidade, mas de reputação discutível – e a decisão não é pelo produto mais em conta, mas pela marca que proporciona certeza de qualidade e bons serviços.
Quem assina o pedido de compra tem convicção de que fez a melhor escolha. Terá essa certeza e, ao lado disso, nunca poderá ser acusado de ter optado por um produto mais barato.
A nossa Percepta é uma consultoria que se propõe a descomplicar o processo de avaliação do nível da reputação de empresas e de marcas, não importa se num mercado de produtos de consumo, de bens de produção ou de serviços.
Há um serviço que recém lançamos – Fotografia da reputação – que se propõe a oferecer justamente o que seu nome indica.
O trabalho, feito em pouco tempo, vai da reunião inicial à apresentação do projeto sob medida, passando por um primeiro contato com a realidade da empresa, coleta de informações e compreensão de pontos sensíveis.
Tudo o que é necessário para uma apresentação da metodologia depende apenas de uma mensagem pelo whatsapp (11) 3871-3232 ou um email para perceptamkt@perceptamkt.com.br

Jornalista e Publicitário, sócio da Percepta, teve a felicidade de trabalhar em agências que tinham em comum a crença de que a frase “ A Propaganda é a Alma do Negócio” estava longe de ser uma verdade definitiva. Foi sócio da Lage, Stabel & Guerreiro BBDO. Foi ainda Vice-Presidente da Norton Publicidade, Sócio Fundador da Grey Direct no Brasil, Sócio Diretor da B-to-B Marketing Communication.